
Um sócio de gestão,não só um prestador.
Para médicos que querem crescer a clínica com alguém que divide o risco e o resultado da gestão, e não apenas executa tarefas.
Quando faz sentido.
A medicina é forte
A clínica tem reputação, demanda e médicos que os pacientes procuram pelo nome.
A gestão não acompanhou
O crescimento depende de estrutura de empresa que hoje não existe ou está toda nas mãos do fundador.
O fundador quer seguir na medicina
Continuar liderando a parte clínica, com um sócio responsável pela operação e pelos números.
Há abertura para governança
Decisões tomadas com regras claras, indicadores à vista e prestação de contas entre sócios.
Como estruturamos.
Não existe um modelo único. Cada sociedade é desenhada caso a caso, com as condições e os sócios de cada clínica.
Participação societária
A NexVita entra no capital da clínica e assume a gestão executiva como sócia.
Participação no resultado
Parte da remuneração atrelada ao faturamento ou ao resultado que a gestão ajuda a construir.
Gestão contratada com opção de sociedade
Começamos como gestores e avaliamos juntos, com números, se a sociedade faz sentido.
O que não muda.
Crescer não pode custar o que torna a clínica respeitada.
A autonomia clínica
Decisões médicas continuam sendo dos médicos. A gestão existe para apoiá-las.
A relação com o paciente
Atendimento humano na linha de frente, com tecnologia nos bastidores.
A ética antes da escala
Preferimos crescer mais devagar a crescer de um jeito de que a clínica não se orgulharia.

Uma conversa reservada, sem compromisso.
As conversas sobre sociedade são confidenciais e começam com o Gustavo Mori, cofundador da NexVita.