Duas poltronas frente a frente num escritório ao entardecer
Sociedade com clínicas

Um sócio de gestão,não só um prestador.

Para médicos que querem crescer a clínica com alguém que divide o risco e o resultado da gestão, e não apenas executa tarefas.

Quando faz sentido.

  • A medicina é forte

    A clínica tem reputação, demanda e médicos que os pacientes procuram pelo nome.

  • A gestão não acompanhou

    O crescimento depende de estrutura de empresa que hoje não existe ou está toda nas mãos do fundador.

  • O fundador quer seguir na medicina

    Continuar liderando a parte clínica, com um sócio responsável pela operação e pelos números.

  • Há abertura para governança

    Decisões tomadas com regras claras, indicadores à vista e prestação de contas entre sócios.

Como estruturamos.

Não existe um modelo único. Cada sociedade é desenhada caso a caso, com as condições e os sócios de cada clínica.

  • Participação societária

    A NexVita entra no capital da clínica e assume a gestão executiva como sócia.

  • Participação no resultado

    Parte da remuneração atrelada ao faturamento ou ao resultado que a gestão ajuda a construir.

  • Gestão contratada com opção de sociedade

    Começamos como gestores e avaliamos juntos, com números, se a sociedade faz sentido.

O que não muda.

Crescer não pode custar o que torna a clínica respeitada.

  • A autonomia clínica

    Decisões médicas continuam sendo dos médicos. A gestão existe para apoiá-las.

  • A relação com o paciente

    Atendimento humano na linha de frente, com tecnologia nos bastidores.

  • A ética antes da escala

    Preferimos crescer mais devagar a crescer de um jeito de que a clínica não se orgulharia.

Rua arborizada nos Jardins, em São Paulo
Sociedades duradouras começam por números claros e confiança construída no dia a dia.

Uma conversa reservada, sem compromisso.

As conversas sobre sociedade são confidenciais e começam com o Gustavo Mori, cofundador da NexVita.